Silagem de alta umidade: Como controlar o Clostridium
Silagem de alta umidade: Como controlar o Clostridium

Uma silagem úmida exige atenção à matéria seca, à higiene da colheita, à compactação, à vedação e, principalmente, à velocidade de acidificação. Quando essas condições falham, a fermentação pode sair do caminho desejável e favorecer o desenvolvimento de microrganismos indesejáveis, entre eles os clostrídios. A conservação da silagem depende do estabelecimento rápido de condições anaeróbias e da produção de ácidos orgânicos, principalmente ácido láctico, capaz de reduzir o pH e limitar microrganismos indesejáveis. Quando a forragem apresenta matéria seca insuficiente, baixa disponibilidade de carboidratos fermentáveis ou elevada contaminação por solo e dejetos, aumenta o risco de fermentação clostridiana.
A fermentação clostridiana pode resultar em maior produção de ácido butírico, degradação de nutrientes, perdas de matéria seca e proteína e redução do valor nutritivo do alimento. O que deveria ser uma fonte de energia e nutrientes para o rebanho passa a representar uma fonte de perdas dentro da propriedade. À medida que a qualidade da silagem diminui, o impacto pode chegar ao cocho: menor palatabilidade, redução do consumo de matéria seca, alterações no ambiente ruminal e menor aproveitamento dos nutrientes. Como consequência, o animal pode deixar de expressar seu potencial produtivo, comprometendo produção de leite, ganho de peso, eficiência alimentar e rentabilidade.
Em situações mais severas, entretanto, o problema pode ultrapassar a simples queda de desempenho. Silagens muito deterioradas ou contaminadas podem representar um risco à saúde dos animais, especialmente quando associadas a microrganismos capazes de produzir toxinas. Dependendo do agente envolvido, da concentração de toxinas e da quantidade de alimento contaminado consumida, podem ocorrer quadros de intoxicação, sinais clínicos graves e, em determinadas situações, até a morte dos animais. Por isso, controlar o Clostridium não deve ser encarado apenas como uma estratégia para melhorar a qualidade da silagem, é uma medida de prevenção de perdas, de proteção do valor nutricional do alimento e, principalmente, de segurança para o rebanho.
A silagem começa a perder valor muito antes de chegar ao cocho. E, quando o processo fermentativo não é controlado, o prejuízo pode chegar até o animal. O controle deve começar pela escolha do ponto de colheita e pela execução adequada de corte, transporte, compactação, vedação e manejo do silo. A análise da matéria seca e do perfil fermentativo permite avaliar o processo e orientar medidas corretivas. Aditivos microbiológicos podem integrar a estratégia quando indicados para a cultura e as condições de ensilagem, mas não substituem o manejo adequado.
Por que os Clostrídios Preocupam?

Clostrídios são bactérias anaeróbias formadoras de endósporos, encontradas no ambiente, especialmente no solo e em materiais contaminados por dejetos. Durante a ensilagem, podem entrar na massa por meio da forragem colhida e se multiplicar quando as condições de umidade, pH e disponibilidade de substratos são favoráveis. A ausência de oxigênio, por si só, não garante uma fermentação desejável: é necessário que a acidificação ocorra com rapidez suficiente para restringir esses microrganismos. (Oude Elferink et al., 2000).
O risco tende a aumentar em forragens muito úmidas, com baixa concentração de carboidratos solúveis em água e elevada capacidade tampão, isto é, maior resistência à redução do pH. Essa combinação é particularmente relevante em gramíneas e leguminosas. Matéria seca inferior a aproximadamente 30% deve ser tratada como um sinal de atenção, não como limite universal: a faixa recomendada depende da espécie forrageira, do estádio de maturação e do tipo de silo. (Kung et al., 2018)
Algumas espécies de Clostridium metabolizam açúcares e ácido láctico, formando ácido butírico, dióxido de carbono e hidrogênio; outras degradam os aminoácidos, elevando a produção de amônia e aminas. Essas rotas fermentativas são menos eficientes na conservação da matéria seca e da energia do que uma fermentação láctica bem conduzida. (Oude Elferink et al., 2000); (Kung et al., 2018).
A velocidade de queda do pH é um fator determinante para o sucesso da conservação. Quando a acidificação é lenta, os clostrídios dispõem de mais tempo para se desenvolver e utilizar os nutrientes presentes na massa ensilada, favorecendo a produção de ácido butírico e a degradação de proteínas.
Entretanto, o pH final não deve ser avaliado isoladamente: a matéria seca, a capacidade tampão e a composição da forragem também influenciam a estabilidade fermentativa. Por isso, o manejo adequado da colheita, a rápida compactação e vedação e o uso de aditivos comprovadamente eficazes para as condições de ensilagem são estratégias importantes para reduzir o risco de fermentações indesejáveis (McDonald, Henderson & Heron, 1991; Kung et al., 2018).
Quais perdas ocorrem durante a fermentação
Durante a ensilagem, parte dos nutrientes da forragem é transformada naturalmente pela atividade dos microrganismos. Entretanto, quando predominam rotas fermentativas indesejáveis, essas transformações podem provocar perdas significativas de matéria seca, energia e qualidade nutricional. Nas silagens de alta umidade, condições favoráveis ao desenvolvimento de clostrídios aumentam o risco de fermentação butírica, degradação de proteínas e menor recuperação dos nutrientes originalmente presentes na forragem (Oude Elferink et al., 2000; Kung et al., 2018).
Perda de matéria seca e energia:
Durante a fermentação clostridiana, a conversão de açúcares ou ácido lático em ácido butírico pode produzir dióxido de carbono e hidrogênio, promovendo perdas de matéria seca e energia. Assim, parte do alimento produzido no campo deixa de ser recuperado como nutriente disponível para os animais. A magnitude dessas perdas depende da intensidade da atividade microbiana e das condições de conservação (McDonald, Henderson & Heron, 1991; Borreani et al., 2018). Durante a fermentação clostridiana, determinadas bactérias anaeróbias podem converter açúcares e ácido lático em ácido butírico, dióxido de carbono (CO₂) e hidrogênio (H₂). Essa transformação resulta em perdas de matéria seca, uma vez que parte dos substratos orgânicos é convertida em gases que deixam de integrar a massa de alimento conservada. Além disso, a produção de hidrogênio contribui significativamente para as perdas de energia bruta associadas a essa via fermentativa (BORREANI et al., 2018).
Conforme Borreani et al. (2018) e McDonald et al. (1991), a conversão de ácido lático em ácido butírico pode estar associada a uma perda teórica de 51,1% da matéria seca do substrato e 18,4% da energia bruta. Paralelamente, fermentações indesejáveis podem estar associadas à degradação de proteínas e à formação de amônia e outros metabólitos, modificando a composição nutricional e a qualidade fermentativa da silagem.
Dessa forma, a perda de matéria seca e energia representa não apenas uma redução quantitativa do alimento recuperado, mas também um comprometimento potencial de seu valor nutricional. A avaliação dessas perdas deve considerar conjuntamente os produtos da fermentação, a composição química e a recuperação de nutrientes, pois a concentração de ácido butírico, isoladamente, não permite quantificar o prejuízo total (KUNG JR. et al., 2018).
Degradação da proteína:
A degradação de proteínas e aminoácidos também pode resultar na formação de aminas e outros compostos com odores intensos. Esses sinais indicam que parte dos nutrientes originalmente presentes na forragem foi transformada em compostos que não contribuem da mesma forma para o valor nutricional do alimento (Oude Elferink et al., 2000; Kung et al., 2018). Algumas espécies de clostrídios apresentam atividade proteolítica, degradando proteínas e aminoácidos. Esse processo pode elevar a concentração de nitrogênio amoniacal e de outros compostos nitrogenados solúveis, indicando maior degradação proteica durante a conservação. Portanto, a quantidade total de proteína bruta, isoladamente, não é suficiente para avaliar a qualidade da fermentação (Kung et al., 2018); ; (Scherer; Gerlach; Südekum, 2015).
Alteração do perfil fermentativo e do valor nutritivo:
Silagens com fermentação clostridiana frequentemente apresentam maior concentração de ácido butírico, pH relativamente elevado e aumento do nitrogênio amoniacal.
Essas características indicam uma conservação menos eficiente e podem estar associadas a menor recuperação de energia e nutrientes. O ácido butírico é particularmente importante como indicador, pois sua presença em concentrações relevantes em uma silagem é compatível com atividade clostridiana indesejável (Kung et al., 2018).
Além das perdas ocorridas durante a fermentação, o contato com o oxigênio durante o armazenamento ou após a abertura do silo pode favorecer leveduras, fungos e outros microrganismos deteriorantes, causando aquecimento e perdas adicionais de matéria seca. Por isso, a avaliação das perdas deve considerar todo o processo, desde a colheita até o fornecimento da silagem aos animais (Borreani et al., 2018).
Possíveis consequências para o desempenho animal
O excesso de ácido butírico, aminas e outros produtos de fermentação indesejável costuma estar associado a odor desagradável e menor aceitação da silagem. Se houver redução do consumo de matéria seca, diminui a ingestão de energia e nutrientes, com possível reflexo na produção de leite (Kung et al., 2018); (Scherer; Gerlach; Südekum, 2015).
Em vacas no início da lactação, a ingestão elevada de ácido butírico merece atenção porque esse composto pode contribuir para a formação de corpos cetônicos. Estudo observacional em rebanhos leiteiros identificou associação entre silagens com maior teor de ácido butírico e maior probabilidade de cetose subclínica (Vicente et al., 2014).
O impacto econômico pode incluir menor produção, necessidade de substituir volumoso e, quando indicado, despesas de avaliação e tratamento. Não existe uma estimativa universal de litros perdidos por vaca atribuível à presença de clostrídios. A quantificação deve considerar análises da silagem, consumo efetivo, registros produtivos e condições do lote.
Em bovinos de corte, uma fermentação inadequada pode reduzir o consumo e a oferta de energia aproveitável, limitando o ganho médio diário. A resposta depende da inclusão da silagem na dieta, da qualidade dos demais ingredientes, da categoria animal e da possibilidade de ajuste nutricional. O efeito deve ser acompanhado por pesagens periódicas e registros de consumo, não há conversão universal entre teor de ácido butírico e quilogramas de peso perdidos. (Kung et al., 2018); (Scherer; Gerlach; Südekum, 2015)
Quando o ganho diário diminui, pode aumentar o tempo necessário para atingir o peso-alvo. A avaliação econômica deve diferenciar peso vivo de peso de carcaça e considerar o custo da alimentação adicional, a reposição de volumoso e o tempo extra de permanência dos animais no sistema.
Exemplo de impacto econômico: cenário ilustrativo
Os valores abaixo são simulações para demonstrar como pequenas reduções de desempenho podem repercutir na receita bruta.
Indicador | Pecuária de leite | Pecuária de corte |
Animais no lote | 100 vacas | 100 bovinos |
Redução diária simulada | 1 L por vaca | 0,20 Kg de peso vivo |
Período considerado | 30 dias | 60 dias |
Produção não realizada | 3.000 L de leite | 1.200 Kg de peso vivo |
Conversão para venda | 3.000 L | 600 Kg de carcaça, com rendimento de 50%, equivalente a 40 arrobas |
Preço hipotético | R$ 2,50 por litro | R$ 300,00 por arroba de 15 Kg de carcaça |
Receita bruta não realizada | R$ 7.500,00 | R$ 12.000,00 |
Na pecuária de corte, 1.200 kg de peso vivo não equivale a 1.200 kg de carcaça. A simulação considera rendimento de carcaça de 50% apenas para estimar a receita. No leite, o cálculo é: 100 vacas × 1 L/dia × 30 dias × R$ 2,50/L.
A perda física no silo também deve ser considerada. Exemplo hipotético: 1.000 toneladas de forragem com 25% de matéria seca contém 250 toneladas de matéria seca. Uma perda adicional de 5% dessa matéria seca corresponderia a 12,5 toneladas indisponíveis para alimentação. O custo de reposição deve ser calculado com base nos alimentos realmente disponíveis na propriedade.
Prevenção das perdas em silagens com alta umidade
Em silagens com menos de 40% de matéria seca, o controle da umidade passa a ser um dos principais pontos de atenção para reduzir perdas durante a conservação. Quanto menor o teor de matéria seca, maior a disponibilidade de água no material ensilado e maior pode ser o risco de fermentações indesejáveis, especialmente quando a forragem apresenta baixa concentração de carboidratos solúveis, elevada capacidade tampão ou contaminação por solo. Nessas condições, a determinação correta da matéria seca antes e durante a colheita é fundamental para identificar o nível de desafio e definir a estratégia de conservação. O controle deve se concentrar na redução da contaminação, na rápida retirada do oxigênio, na compactação eficiente, na vedação adequada e no estabelecimento rápido de uma fermentação lática que reduza o pH e limite o desenvolvimento de microrganismos indesejáveis, especialmente os clostrídios (Oude Elferink et al., 2000; Kung et al., 2018; Borreani et al., 2018).
Um dos mecanismos fundamentais é reduzir a contaminação inicial da forragem, principalmente por terra e matéria orgânica contaminada. Clostrídios e seus esporos estão presentes no ambiente e podem chegar ao silo aderidos à forragem, especialmente quando há contato com o solo ou utilização inadequada de áreas contaminadas. Ajustar a altura de corte, evitar revolvimento excessivo do solo e manter equipamentos de corte, recolhimento e transporte em boas condições são medidas que ajudam a reduzir a carga microbiana que entra no silo. Esse cuidado é particularmente importante em forragens úmidas, nas quais a combinação entre elevada disponibilidade de água e contaminação inicial pode aumentar o desafio para a conservação. A literatura também destaca que silagens mal fermentadas ou contaminadas apresentam maior risco microbiológico e podem comprometer a segurança do alimento (Kung et al., 2018; Driehuis et al., 2018).
Após a entrada da forragem no silo, a velocidade de estabelecimento da anaerobiose e da queda do pH torna-se decisiva. A massa deve ser distribuída em camadas que permitam adequada compactação, reduzindo rapidamente o oxigênio disponível. Em seguida, a vedação deve ser realizada o mais rapidamente possível e mantida íntegra durante todo o período de armazenamento. Uma fermentação eficiente depende da combinação entre matéria seca, disponibilidade de carboidratos fermentescíveis, população de bactérias ácido-láticas e capacidade tampão da forragem. Em condições favoráveis, as bactérias produtoras de ácido lático competem com microrganismos indesejáveis e contribuem para uma queda mais rápida do pH, restringindo o desenvolvimento de clostrídios. A revisão de Borreani et al. (2018) destaca que a redução das perdas depende do controle de todo o processo, desde as condições pré-ensilagem até o armazenamento e fornecimento.
A utilização de inoculantes à base de bactérias ácido-láticas busca favorecer o estabelecimento de uma fermentação eficiente, com produção de ácido lático e redução do pH. Essas alterações podem limitar o desenvolvimento de microrganismos indesejáveis, desde que as condições de ensilagem sejam adequadas. A literatura, contudo, destaca que o desempenho dos inoculantes depende das características da cultura e das condições do processo, e que determinadas formulações podem não impedir a fermentação clostridiana em silagens excessivamente úmidas (Weinberg; Muck, 1996; Guo et al., 2023).
Em situações nas quais a matéria seca permanece baixa e a forragem apresenta alto risco de fermentação indesejável, o uso de aditivos ou inoculantes pode ser considerado como parte de uma estratégia de controle. A função não é substituir uma boa compactação ou uma vedação adequada, mas auxiliar no direcionamento da fermentação. Uma meta-análise envolvendo 130 estudos sobre qualidade de silagens mostrou que a inoculação com bactérias ácido-láticas, em determinadas condições, aumentou a recuperação de matéria seca e reduziu clostrídios, ácido butírico e nitrogênio amoniacal; entretanto, a resposta variou conforme a cultura, a espécie bacteriana e as condições de ensilagem. Esse resultado reforça que a escolha do inoculante deve considerar o tipo de forragem e o desafio específico da propriedade, e não apenas a aplicação genérica de qualquer produto (Oliveira et al., 2017).
Por fim, as perdas precisam ser controladas também depois que o silo é aberto. Uma silagem bem fermentada pode voltar a perder matéria seca quando entra em contato com o oxigênio, principalmente pela atividade de leveduras e fungos. Por isso, é fundamental manter uma face de corte uniforme, retirar diariamente uma quantidade de silagem compatível com o consumo do rebanho e evitar deixar a massa exposta ao ar por períodos prolongados. O monitoramento de temperatura, odor, aparência e estabilidade aeróbia pode ajudar a identificar deterioração, enquanto análises de matéria seca, pH, ácido lático, ácido acético, ácido butírico e nitrogênio amoniacal permitem avaliar de maneira mais precisa a qualidade da fermentação. O objetivo final de todo o manejo é simples: maximizar a recuperação da matéria seca, energia e nutrientes produzidos no campo e fazer com que o maior volume possível desses nutrientes cheguem efetivamente ao cocho (Borreani et al., 2018; Kung et al., 2018).
Como BoqueirãoSil Ultra Wet entra nessa estratégia
O BoqueirãoSil Ultra Wet é um processo fermentativo indicado para silagens úmidas, incluindo gramíneas e leguminosas. A faixa de atuação fica entre 18% a 40% de matéria seca e cepas de Lactobacillus plantarum DSM 3676 e DSM 3677, atualmente classificadas como Lactiplantibacillus plantarum. Sua utilização integra uma estratégia para favorecer a fermentação láctica e auxiliar no controle dos clostrídios. Um dos diferenciais do Ultra Wet é a presença de cepas formadoras de ECPS, polissacarídeos extracelulares que constituem uma camada protetora ao redor das bactérias. Essa proteção favorece a atuação dos microrganismos inoculados diante de condições adversas da fermentação.
Os exopolissacarídeos (EPS), também denominados exopolissacarídeos extracelulares, são polímeros produzidos e liberados por determinados microrganismos. Dependendo da cepa e das condições ambientais, essas substâncias podem contribuir para a formação de matrizes extracelulares, favorecer a adesão celular e auxiliar na adaptação bacteriana a condições de estresse. Contudo, a produção de EPS e seus efeitos fisiológicos variam entre cepas, não sendo uma característica uniforme de todas as bactérias da espécie Lactiplantibacillus plantarum.
Em estudo experimental com a cepa Lactiplantibacillus plantarum L75, Su et al. (2024) observaram melhorias em parâmetros fermentativos da silagem de aveia inoculada, incluindo maior concentração de ácido lático e menores valores de pH em comparação com tratamentos sem inoculação, em condições específicas de armazenamento. Esses resultados demonstram o potencial de cepas produtoras de EPS para aplicações na ensilagem, mas não comprovam, por si só, que as cepas DSM 3676 e DSM 3677 presentes no BoqueirãoSil Ultra Wet apresentem os mesmos efeitos.
O BoqueirãoSil Ultra Wet deve ser compreendido como parte de uma estratégia preventiva de conservação, e não como substituto do manejo adequado. A matéria seca no momento da colheita, a compactação, a vedação, a higiene dos equipamentos e a rapidez de enchimento do silo continuam sendo fatores relevantes para a obtenção de uma fermentação satisfatória.

Proteja o alimento que sustenta o resultado do rebanho
A prevenção começa na lavoura e continua na colheita, na fermentação e no fornecimento. Ao combinar matéria seca adequada, menor contaminação, compactação, vedação e uso correto do BoqueirãoSil Ultra Wet, o produtor trabalha para preservar o alimento e reduzir os fatores que comprometem o consumo e a produção.

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